Contar a história das taças e dos copos não é tarefa fácil. As fontes de pesquisa não trazem ao certo o período em que foram inventados. O que se sabe é que os egípcios foram os primeiros a usar o vidro na fabricação de embalagens (vasilhas abertas como jarros e tigelas). A vulgarização deste material, entretanto, aconteceu por volta do ano 1500 a.C., com a produção dos copos.
Antes disso, bebia-se em potes de barro e, em ocasiões especiais, em taças de ouro. Os reis e rainhas costumavam servir as bebidas em cuias e canecas. Algum tempo depois, esse hábito passou a ser considerado bárbaro - o que valorizou o uso das taças que simbolizavam o que era fino e de bom gosto. A verdade é que ao longo do tempo, muitas novidades invadiram o mercado. Atualmente, existem opções diversas de formatos, cores e estilos de taças e copos disponíveis nas lojas do segmento.
Engana-se, no entanto, quem pensa que tamanha variedade exista simplesmente com o objetivo de decoração das mesas. A maioria das bebidas tem o seu sabor alterado se servidas inadequadamente. Quem aprecia um bom vinho sabe a diferença que faz degustá-lo num copo de plástico ou mesmo numa taça de acrílico. E não é mera percepção. "Está provado que a estrutura do vinho determina o tipo de taça que deverá servi-lo", afirma Deise Novakoski, sommelier do restaurante Eça H. Stern.
“As taças coloridas são próprias para decoração. Para quem quer apreciar a bebida, as transparentes são melhores porque possibilitam ver a cor.”
Segundo ela, vinhos mais encorpados, como é o caso de um Malbec, necessitam de taças maiores, com boca larga. Já vinhos mais finos e leves pedem taças medianas, corpo gordo e bocas mais fechadas. Os vinhos espumantes devem ser servidos em taças compridas, com bocas finas. Estes formatos foram aperfeiçoados, por volta das décadas de 70 e 80, pela família Riedel (fabricante de cristais da Bohemia) e o enólogo Robert Mondavi. Eles degustaram diferentes tipos de vinhos em vários formatos de taças até encontrarem algumas combinações perfeitas.
E não são apenas os vinhos que exigem esse cuidado. As cervejas também possuem copos especiais para serem servidas - cada marca tem um formato exclusivo.
Fonte: Bolsa de mulher
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Para cada taça uma bebida diferente
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Desmontando a Árvore de Natal
Separe os enfeites de acordo com os materiais com que são confeccionados:
. Bolas de vidro - embrulhe em papel de seda e guarde em caixas forradas, com separações em tiras de papelão que você mesma pode fazer.
. Bolas em tecido, com detalhes em pedrarias ou apliques - organize dentro de caixas com separadores, ou de acordo com o tamanho até mesmo em caixas de ovos. Plástico bolha protege as mais delicadas.
. Pingentes, laços e figuras em tecido - acomode em caixas, cobrindo com papel de seda entre duas camadas.
. Árvores naturais - destine sempre para um local onde possam ser replantadas. Caso não tenha jardim, corte os galhos e embale em sacos plásticos.
. Árvores artificiais - desmonte as partes, utilize o aspirador para remover o pó e mantenha na embalagem original ou num saco plástico.
O local ideal para guardar as caixas é um armário alto, onde não fiquem expostas ao calor e umidade. O maleiro pode ser uma opção assim como uma prateleira ou estante na área de trabalho ou no closet.
Esta semana a Martha Stewart Organizing Tip of the Day trouxe dicas sobre o assunto.
1. Ornamentos: Embrulhe individualmente em papel de seda e coloque em caixas ou recipientes de plástico resistente com divisórias de papelão. Rotule as caixas para que no próximo ano encontre facilmente o que precisa.
2. Luzes: Comece pela ponta onde termina o cordão e recolha até o plug ou conector. Enrole em um carretel como as mangueiras de jardim e coloque em sacos plásticos.
3. A árvore: Dica para as árvores naturais:
. Leve o vaso para fora, remova a árvore e descarte ou
. Corte os galhos, envolva em um pano ou coloque em sacos plásticos e leve para fora em etapas, todas as partes.
Antes de jogar fora a árvore, você pode remover galhos para usar como cobertura morta no jardim (ou colocar a árvore inteira em um triturador para fazer uma cobertura mais fina). Você também pode levar sua árvore para um centro de reciclagem.
Fonte: Blog Ana Afonso Organizer
. Bolas de vidro - embrulhe em papel de seda e guarde em caixas forradas, com separações em tiras de papelão que você mesma pode fazer.
. Bolas em tecido, com detalhes em pedrarias ou apliques - organize dentro de caixas com separadores, ou de acordo com o tamanho até mesmo em caixas de ovos. Plástico bolha protege as mais delicadas.
. Pingentes, laços e figuras em tecido - acomode em caixas, cobrindo com papel de seda entre duas camadas.
. Árvores naturais - destine sempre para um local onde possam ser replantadas. Caso não tenha jardim, corte os galhos e embale em sacos plásticos.
. Árvores artificiais - desmonte as partes, utilize o aspirador para remover o pó e mantenha na embalagem original ou num saco plástico.
O local ideal para guardar as caixas é um armário alto, onde não fiquem expostas ao calor e umidade. O maleiro pode ser uma opção assim como uma prateleira ou estante na área de trabalho ou no closet.
Esta semana a Martha Stewart Organizing Tip of the Day trouxe dicas sobre o assunto.
1. Ornamentos: Embrulhe individualmente em papel de seda e coloque em caixas ou recipientes de plástico resistente com divisórias de papelão. Rotule as caixas para que no próximo ano encontre facilmente o que precisa.
2. Luzes: Comece pela ponta onde termina o cordão e recolha até o plug ou conector. Enrole em um carretel como as mangueiras de jardim e coloque em sacos plásticos.
3. A árvore: Dica para as árvores naturais:
. Leve o vaso para fora, remova a árvore e descarte ou
. Corte os galhos, envolva em um pano ou coloque em sacos plásticos e leve para fora em etapas, todas as partes.
Antes de jogar fora a árvore, você pode remover galhos para usar como cobertura morta no jardim (ou colocar a árvore inteira em um triturador para fazer uma cobertura mais fina). Você também pode levar sua árvore para um centro de reciclagem.
Fonte: Blog Ana Afonso Organizer
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Qual a diferença entre Arrumar e Organizar?
ARRUMAR X ORGANIZAR
Bonito Funcional
Agradável Prático
Estético Lógico
Subjetivo Racional
Solução Impessoal Solução Personalizada
Instinto Metodologia
Volúvel Permanente
Fonte: Blog Chega de Bagunça
sábado, 8 de janeiro de 2011
Os 10 mandamentos da saúde financeira
Saiba por que a educação financeira é importante:
Ainda que não exista no Brasil um estudo quantificando os benefícios da educação financeira, não é difícil entender as vantagens obtidas com ela. A manutenção de um bom histórico de crédito juntamente com o hábito de pesquisar as condições de financiamento oferecidas permitem que a pessoa consiga se financiar a taxas mais baixas.
Para se ter uma idéia do benefício financeiro, basta verificar a diferença entre a taxa cobrada em um empréstimo pessoal bancário e a taxa cobrada pelas financeiras. Não é difícil ver que esta diferença tende a aumentar quanto maior a quantia financiada e o prazo do financiamento.
A adoção de princípios básicos de planejamento e controle financeiro possibilita que você alcance mais rapidamente e sem gastar tanto alguns dos seus objetivos de consumo, assim como uma maior folga no orçamento, o que em última instância traz maior tranqüilidade.
Esta estabilidade emocional reduz a impulsividade nas decisões de consumo e investimento. Neste contexto, pode-se afirmar, sem qualquer sombra de dúvida, que o maior benefício da educação financeira é permitir que você tenha controle da sua situação financeira. Algo que efetivamente não tem preço!
Os dez mandamentos:
Os dez mandamentos têm como objetivo mudar seus hábitos financeiros, ou seja, a forma como você aborda as suas finanças pessoais. Não se assuste. O que propomos não exige mais do que organização, um pouco de planejamento e algum sacrifício pessoal.
• Organize suas despesas por data de vencimento e pague suas contas em dia, assim você evita gastos desnecessários com multas e juros.
• Pague sua fatura de cartão de crédito integral; quando não for possível pague ao menos o mínimo, e não incorra em mais gastos no cartão.
• Analise com atenção seu extrato bancário, observando possíveis cobranças indevidas ou uso excessivo do cheque especial. Veja se não existe um pacote de tarifas mais baixas, que inclua apenas os serviços que você efetivamente utiliza.
• Acumule uma reserva financeira igual ou superior a três meses de despesas correntes. Portanto, para quem gasta constantemente R$ 2 mil por mês, isso equivale a acumular ao menos R$ 6 mil.
• Siga à risca seu planejamento orçamentário. Pense nele como se fosse uma dieta. Basta um deslize que você rapidamente acumula um quilo (ou dívidas), que depois demora semanas ou até meses para perder.
• Mude seus hábitos de consumo e evite qualquer compra ou contratação de serviço antes de efetuar uma pesquisa comparativa de preços. Isso vale para tudo, até mesmo a contratação de produtos e serviços financeiros, como cartão de crédito, financiamentos etc.
• Não atrase o pagamento de prestações e procure manter um histórico de crédito positivo. Na hora de financiar, isso lhe garante condições mais favoráveis.
• Poupe regularmente, primeiro para montar uma reserva de emergência, e depois para garantir seu futuro.
• Faça um planejamento fiscal dos seus investimentos. Separe os recursos de acordo com prazo de investimento de forma a reduzir a carga tributária incidente. A partir de janeiro de 2005, a alíquota de tributação na renda fixa e na previdência privada deve diminuir à medida que aumenta o prazo de investimento, exigindo uma separação dos recursos de curto e longo prazo.
• Não contribua mais do que precisa para a Previdência Social. Ou seja, contribua apenas até o teto dos benefícios, qualquer quantia acima disto deve ser direcionada para um plano privado.
Fonte: organizesuavida.com.br
Ainda que não exista no Brasil um estudo quantificando os benefícios da educação financeira, não é difícil entender as vantagens obtidas com ela. A manutenção de um bom histórico de crédito juntamente com o hábito de pesquisar as condições de financiamento oferecidas permitem que a pessoa consiga se financiar a taxas mais baixas.
Para se ter uma idéia do benefício financeiro, basta verificar a diferença entre a taxa cobrada em um empréstimo pessoal bancário e a taxa cobrada pelas financeiras. Não é difícil ver que esta diferença tende a aumentar quanto maior a quantia financiada e o prazo do financiamento.
A adoção de princípios básicos de planejamento e controle financeiro possibilita que você alcance mais rapidamente e sem gastar tanto alguns dos seus objetivos de consumo, assim como uma maior folga no orçamento, o que em última instância traz maior tranqüilidade.
Esta estabilidade emocional reduz a impulsividade nas decisões de consumo e investimento. Neste contexto, pode-se afirmar, sem qualquer sombra de dúvida, que o maior benefício da educação financeira é permitir que você tenha controle da sua situação financeira. Algo que efetivamente não tem preço!
Os dez mandamentos:
Os dez mandamentos têm como objetivo mudar seus hábitos financeiros, ou seja, a forma como você aborda as suas finanças pessoais. Não se assuste. O que propomos não exige mais do que organização, um pouco de planejamento e algum sacrifício pessoal.
• Organize suas despesas por data de vencimento e pague suas contas em dia, assim você evita gastos desnecessários com multas e juros.
• Pague sua fatura de cartão de crédito integral; quando não for possível pague ao menos o mínimo, e não incorra em mais gastos no cartão.
• Analise com atenção seu extrato bancário, observando possíveis cobranças indevidas ou uso excessivo do cheque especial. Veja se não existe um pacote de tarifas mais baixas, que inclua apenas os serviços que você efetivamente utiliza.
• Acumule uma reserva financeira igual ou superior a três meses de despesas correntes. Portanto, para quem gasta constantemente R$ 2 mil por mês, isso equivale a acumular ao menos R$ 6 mil.
• Siga à risca seu planejamento orçamentário. Pense nele como se fosse uma dieta. Basta um deslize que você rapidamente acumula um quilo (ou dívidas), que depois demora semanas ou até meses para perder.
• Mude seus hábitos de consumo e evite qualquer compra ou contratação de serviço antes de efetuar uma pesquisa comparativa de preços. Isso vale para tudo, até mesmo a contratação de produtos e serviços financeiros, como cartão de crédito, financiamentos etc.
• Não atrase o pagamento de prestações e procure manter um histórico de crédito positivo. Na hora de financiar, isso lhe garante condições mais favoráveis.
• Poupe regularmente, primeiro para montar uma reserva de emergência, e depois para garantir seu futuro.
• Faça um planejamento fiscal dos seus investimentos. Separe os recursos de acordo com prazo de investimento de forma a reduzir a carga tributária incidente. A partir de janeiro de 2005, a alíquota de tributação na renda fixa e na previdência privada deve diminuir à medida que aumenta o prazo de investimento, exigindo uma separação dos recursos de curto e longo prazo.
• Não contribua mais do que precisa para a Previdência Social. Ou seja, contribua apenas até o teto dos benefícios, qualquer quantia acima disto deve ser direcionada para um plano privado.
Fonte: organizesuavida.com.br
domingo, 2 de janeiro de 2011
Renovando as energias da casa para 2011
Você comprou roupa nova, sapato, lingerie. Preparou todas as simpatias e superstições e já tomou banho de mar para ficar só com boas vibrações. Ei! Não está esquecendo de nada não? A sua casa! Sim, limpar a energia do lar é tão importante quanto todos os outros cuidados que você tomou. Quer uma dica? Feng Shui. A arte milenar chinesa pode ser uma aliada poderosa para a sua vida seguir com muita prosperidade. Anote as dicas!
"Nós somos parte do Universo e devemos estar em harmonia com ele. O estudo do Feng Shui permite manipular o nosso ambiente e nos posicionar corretamente para que possamos nos beneficiar do fluxo das energias geradas pelo Universo, pela Terra e pelas construções", explica Aline Mendes, consultora da técnica chinesa e Representante oficial no Brasil do Feng Shui Research Center.
“Se você tem uma casa cheia de objetos e móveis parados, sem uso e quebrados, é péssimo. Se você tem um quarto de bagunças, pior ainda!”
Funciona assim: a energia que circula chama-se Energia Chi ou Qi (leia-se "tchi"). O que o Feng Shui faz é equilibrá-la e harmonizá-la. Muitos fatores podem fazer com que a energia se desequilibre. "Bloqueios diversos, bagunça em excesso e fuga de energia podem prejudicar o ambiente", relata Franco Guizzetti, consultor de Feng Shui.
Os efeitos da harmonia alcançada com o Feng Shui podem ser sentidos em todos os aspectos da vida. "Ele nos ajuda a recuperar e manter a saúde física, emocional e espiritual, harmonizando nossos relacionamentos. Colabora, também, nos aspectos ligados à nossa prosperidade, propiciando o surgimento de novas oportunidades e aumento de ganhos financeiros, além de dar-nos a chance de prevenir problemas legais, brigas ou até mesmo roubos", observa Aline.
A faxina é o ponto de partida. "Tudo o que houver no ambiente deve ser limpo, inclusive as plantas", ensina Franco. Tenha cuidado também com os objetos não usados. Eles são fonte de energia parada. "Se você tem uma casa cheia de objetos e móveis parados, sem uso e quebrados, é péssimo. Se você tem um quarto de bagunças, pior ainda", alerta o consultor. A melhor solução é reunir tudo aquilo que já não te serve e passar para frente. O que não é mais útil para você pode ser fundamental para outras pessoas.
Procure ter em casa objetos que te façam bem. "Qualquer forma, instrumento ou objeto que traga boas energias devem ser usados no ambiente. Se a pessoa gostar de incensos, use. Gosta de plantas, flores naturais e cristais? Ponha. Adora fontes? Ligue", aconselha Franco. Animais também são excelentes condutores de energias positivas.
Fonte: Bolsa de Mulher
Assinar:
Postagens (Atom)




